quarta-feira, 2 de setembro de 2009

dISNEY COMPRA A MARVEL

A mim é uma notícia de luto!

Tanto que abri um espaço aqui para a notícia. Não estou contente! É uma tragédia! Imagine o que pode vir daí? “Super-heróis” para a família toda? Quero abandonar esse planeta!



Olha o que a bicha do diretor executivo da Marvel, Ike Perlmutter, disse: "A disney é o lar perfeito para o arquivo de personagens da Marvel, (...)”. E a bichona não parou por aí: “Esta é uma oportunidade sem precedentes para a Marvel de fortalecer sua vibrante marca, tendo acesso à formidável organização global e infra-estrutura da disney em todo o mundo", completou. Sabe qual é a tal da infra-estrutura da tirana disney? Simples: ela barra os animes como Sen to Chihiro no Kamikakushi (A viagem de Chihiro) e o Castelo Animado serem exibidos nos cinemas daqui; por quê? Para que não prejudiquem suas “obras” para família toda (segundo a visão Tio Sam).

É claro que dinheiro sempre falará mais alto nesse mundo, entenda: “disney e Marvel anunciaram que os acionistas da Marvel receberão 30 dólares por título em dinheiro e aproximadamente 0,745 de ação da disney por cada ação da Marvel.”

Quer saber por quanto? Quatro bilhões de dólares (US$ 4.000.000.000,00).


Talvez o babaca do Mickey comece a andar pelas paredes (como anuncia nerdssomosnozes) e eles criem encontros como em Kingdom Hearts (sim, aquela porcaria de jogo que muitos amigos meus curtem e eu acho ótimo pra queimar).

Cada vez mais acredito no que aquele pastor dizia: que a disney é do diabo e tá estragando o mundo para as crianças e agora dos adolescentes e adultos!

De minha parte, eu deixo de ler e consumir Marvel depois dessa... que quebrem!

Fontes:
http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/2009/08/31/ult4326u1395.jhtm & http://www.fotolog.com.br/nue


Dominus tecum.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Os Incríveis TERRITORIANOS

Este é um gibi que não se pode chamar de doujinshi e sim de fanzine, pois o contexto nada tem haver com o ambiente mangá. O traço é bem o estilo de fanzines puncks tipicamente brazuca. As personagens são super-heróis nada convencionais e que não vou estragar tudo com minha retórica literária. Posto aqui o editorial para que você mesmo tenha a informação correta e da própria boca (ou punho) dos idealizadores (eles mesmos asseguram que se pode mostrar ao público desde que não viole o direito de criação e posse do autor original).

TERRITORIANOS: esse fanzine é completo. Boa arte, argumento dinâmico, é datado (janeiro de 2006) e o cenário é muito bem construído, fugindo do padrão (fácil) de paisagem sem perspectiva. Se você o ver em algum evento: COMPRE! Seu dinheiro estará sendo bem empregado.

Deixo pra vocês as cinco primeiras páginas de história para apetecer-lhes o desejo de adquirir o exemplar sem detonar e entregar o ouro todo (se bem que deu vontade), mas o respeito a irmão fanzineiro deve ser mantido!






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Ficha técnica:

Roteiro: Silvio Medeiros & Cláudio Jr.

Arte: Marcio Takara

Letras: Cadu Simões

Cores: Zé Daltônico (faz sentido, o gibi é preto e branco, rsss..)

Dominus tecum.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Como vir a ser um bom quadrinhista?

Muitos já foram inquiridos com essa mesma duvida e se conseguira ou não a resposta deve continuar a se perguntar.

Uma nova amiga de internet me fez essa pergunta recentemente: “Cê acha que eu tenho futuro como doujinsjiká?” E como resposta ouviu: “Mas eu ainda não vi nada seu (referindo-se a doujins e não a ilustração que ela tem aos montes).

Um bom ilustrador nem sempre vem a ser um bom desenhista de histórias em quadrinhos, pois o HQ exige uma continuação e vários ângulos. Digo isso com seriedade e firmeza, pois já vi muito ilustrador fugindo de ângulos e enfoques e indo pelo caminho do mais fácil, ou seja, o rosto da personagem em 1° plano e com poucas expressões.

Para um quadrinho mais desleixado e de tendência de submundo isso até vale, mas para o estilo mangá nunca valerá; afinal, mangá é como cinema: ação constante.

Difícil?

Não! Trabalhoso.

Eu acabei de gastar a tarde em dois quadrinhos onde eu trabalhei com muito esmero e paciência (dominando-me o ímpeto de querer fazer logo e do modo mais simples) para que o meu leitor não venha a trazer nenhuma crítica ao traço; salvo roteiro que ele ainda é a pessoa endereçada e, no tanto, a pessoa que pode julgar se lhe agradou ou não.

Ser desenhista de história em quadrinho (mangaká, doujinshiká, quadrinhista, etc.) é uma arte solitária. Só você à mesa, folhas, canetas, lápis (se trabalha sozinho como eu) ou com o grupo que monta o doujin (se for em grupo como muitos preferem).

São momentos isolados e doados a saga que você desenvolve e que não podem ser feitos com pressa e desatenção.

Você deve prestar atenção nas suas personagens, no ângulo para melhor passar ao leitor o que pretende mostrar de importante. Nas “entrelinhas” da imagem e do texto, para o leitor mais atento (ele merece). Entregar tudo de “graça” não vale a pena, isso é para HQ infantil (e algumas nem isso fazem em respeito aos seus leitores mirins).

É perceber o que as personagens dizem ao decorrer da ação. Muitas vezes eu (e outros) mudei a ação e parte do roteiro porque percebi que isso não funcionaria com a personagem, mesmo que o roteiro estivesse pré-determinado. Mas isso só acontece com aqueles comprometidos com o seu trabalho artístico.

Seu trabalho é reflexo da importância dele pra você desenhista.

Não culpe o leitor se ele perceber que o que você ofereceu não o agrada, a culpa é sempre de quem fez, pois se o leitor adquiriu o seu trabalho é porque ele deu um voto de confiança ao seu trabalho. Pense nisso!

Resumindo: evite perguntar se você tem ou não jeito. Faça! Exponha (ou venda) e daí espere pelo retorno que virá mesmo que você não o espere, disso tenha certeza absoluta.

Dominus tecum.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

SEM NOME


Ainda não há nome definido para o meu novo projeto de doujinshi o qual andei experimentando com o teatreiro Eduardo Baumann em setembro do ano passado.


O legal foi a reação dele no café (minhas manias européias de criar numa conversa ao café XD) ao saber que fora convidado para esse fim: “Mas eu nunca fiz quadrinhos, só teatro!”

Uma folha em branco A4 serviu de registro onde eu e ele entramos numa brincadeira de vivenciar a conversa entre dois homens adultos que discutem a nova posição da mulher no quesito relação a dois.


Depois foram alguns meses tentando arrumar uma câmera digital emprestada para fotografar o Wiggers (a cena se passa lá) pois é um local tradicional onde universitários bebem, comem e se encontram pra conversar. Sem dúvida isso muda com a construção do mega-shopping que está sendo erguido ali próximo.

Nas imagens estou mostrando algumas idéias de cenário em relação as fotos batidas. E como se vê a imagem vai estar permeada de branco pra trazer ao leitor a idéia de sol escaldante do verão úmido de Joinville. A linha das personagens deve ficar entre o shonen e o shoujo, uma mistura e o traje uma coisa mais estilizada que encontramos em roupas de moda, esses tipos de roupa que só vemos lá, inviável no dia-a-dia. Uma crítica também a situação perdida do homem em relação ao amor, porque as mulheres mudaram e ainda não sabem o que querem do novo homem; aliás, elas nunca souberam.


Eu gostaria que esse doujin ficasse pronto para o Animecon 2009... O problema é conseguir isso, pois já andei desistindo de vários desenhos, ando extremamente crítico! -_-‘

Dominus Tecum!


domingo, 2 de agosto de 2009

BLUE ANGEL



O meu amigo Jet Fidelis tem um doujinshi próprio que vou apresentar aqui; é BLUE ANGEL, porém, agora você o encontrará como BLUE ANGEL Remix, pois o doujin passou por um processo de melhorias como ele próprio o diz no editorial.


BLUE ANGEL apareceu em 2004 e eu comprei o meu no Animecon. O original tinha as medidas em 14cm X 19cm (formato gibizinho), o atual (remixado) vem nas medidas 15cm X 21cm (formato A5). A fonte dos balões também mudaram. Antes tinha uma fonte mais de mangá e agora vem com a fonte Comic Sans MS. Na página 13 vinha com uma ilustração e agora vem com uma propaganda de Rogue Sword (próximo trabalho dele) que se prolonga até a página 14 explicando acerca da história, e inclusive datando o lançamento para agosto de 2008 (opa, preciso ir atrás da minha). Na página 14 da 1ª vinha uma propaganda de Dyna Soldiers (tenho toda a saga, uh, uh, uh, uh...) do terrível Ricardo Akira Sato.

Continunado os detalhes (desculpe, adoro detalhes) na página 15 tínhamos a propaganda do doujin ILLUSIONS que agora na remixada cedeu lugar ao doujin Spirit Energy Daibakuhatsu 3. E na última página a propaganda que era do Konjo (eu só tenhu um T_T ) deu lugar ao mangáK n°5 (é lógico que eu tenho o meu). Acabou, mas eu adoro registrar, deixar registrado pra história dos nossos doujinshis é importante pra mim.

Regina é uma policial de uniforme azul (já entendeu o porquê do título, não é?) levando uma vida normal (há vida normal nos quadrinhos?) comprando seus biscoitos na Confeitaria Lomar quando algo chama sua atenção. Na praça há uma disputa pelo corpo de um mendigo entre um clérigo e um necromante e Regina tem que dar um jeito do necromante não transformar o mendigo em um... quer saber? Então é melhor comprar! O preço? R$2,00 (preço da edição remixada, beleza?!)

Um detalhe legal de se comentar aqui é o estilo Ricardo Akira Sato usado pelo Jet no quesito desenhar multidões! Uhauhauahuah... (eu me divirto muito)

Uma pena que não há um BLUE ANGEL 2, mas parece que em seu lugar há Rogue Sword (algo como “espada trapaceira” numa possível tradução), que segundo ele (Jet Fidelis) se passa no mesmo ambiente de BLUE ANGEL. Epa! Será que vamos ter um encontro entre Regina e Lanolina?


Oba, oba!


Dominus tecum!

terça-feira, 28 de julho de 2009

ONOMATOPÉIA I

Eu acho hilário para não dizer triste, desenhistas de quadrinhos daqui do Brasil se renderem tão facilmente a onomatopéias estadunidenses sem nem se perguntarem por quê?!

Numa comunidade do gênero um internauta criticava um colega acerca do uso dele de “kanjis” como onomatopéia; contudo, você (leitor) nunca veria um tópico com alguém indignado de um doujinshiká (fanzineiro) ou mangaká usando onomatopéia inglesa.

A mim me parece idêntico o problema. Quando toquei no assunto a resposta veio rápida e sem pensar: porque se pode ler. Ora... Claro que se pode ler! Está em caractere romano (significa: herdado do idioma latino). Se o artista estivesse posto em “romanji” seria aceito e não haveria broncas.

Confesso que não sei muito de japonês, principalmente kanji, mas eu sou admirador explícito da cultura nipônica. A influência deles dita a cultura do século XXI e isso deixa muita gente nervosa. Engraçado que ninguém reclamava da influência estadunidense com a DC e Marvel... Será que é por ser considerada “normal”?!

Uma internauta, também desenhista, confidenciou: “Uma das coisas q acho muito estranho, é quando o pessoal coloca onomatopéias que descreve uma cena de soco e na parte de onomatopéia está escrito SOCA... não sei se ainda tem gente que usa esse tipo de onomatopéia...”

Vamos comparar? Ou melhor, estudar a situação e ver se realmente é tão ruim assim?

Abaixo na figura 1 temos várias cenas com a onomatopéia japonesa que se “molda” ao quadrinho (a tradução é das editoras). Imagine-as escritas em românico.


Agora vamos trabalhar sob a observação da colega desenhista. Primeiro faremos de uma forma como ela deve haver encontrado a onomatopéia, sem maiores retoques nem integração com a cena como a figura 2.

Agora, vamos pegar a mesma cena e fazer o possível para criar aquela onomatopéia com a melhor integração possível, participando da cena assim como os “feras” dos quadrinhos japoneses nos ensinam em cada página virada de suas criações; figura 3.

Bem... Não vou te dar (leitor) nenhuma resposta, vou deixar a você a resposta própria.

O assunto não terminou aqui, apenas uma pauta dele. Pretendo voltar a discutir sobre isso mais tarde.

Dominus tecum.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

PESQUISAR OU NÃO PESQUISAR: EIS A QUESTÃO

Recentemente andei promovendo discussões acerca dessa particularidade numa comunidade de pretensos (assim como eu) a mangakás; contudo, ainda sou doujinshiká, pois não tenho nenhum trabalho publicado, apenas meus doujins. Duas sagas finalizadas e uma edição única (popular one-shot) em andamento.

Dei uma fraquejada, como se lê em
Impotência da Ação, por causa de uma paixão que me deixou em parafusos. =oP

Desenhista de Histórias em Quadrinhos (HQ) no Brasil é preguiçoso. Se possui uma idéia na cabeça não parte a pesquisar, testar, buscar novos ângulos e até ensinar como vemos em mangá. Afinal, o objetivo do mangá era ensinar no pós guerra.
Deve-se pesquisar sim. O caminho do mais fácil deve ser abandonado. Porque sempre será descoberto o ótimo em meio aos ruins, como tratei no gibi abaixo. Quem trabalha de fato e expõe idéias boas se destaca e não há quem o pare ou o cubra, será como o sol, um dia nublado o esconde, mas uma hora ele aparecerá esplendoroso.

Podemos ensinar algo sim, passar uma mensagem sim; quantas vezes nós aprendemos num mangá, num anime, numa HQ qualquer, e guardamos para nós. Ficamos satisfeitos por ter lido, meditamos. Onde quero chegar? Nós, pretensos HQuistas podemos fazer isso também, mas antes de tudo, temos de fazer o dever de casa: pesquisar, preparar-se e depois detonar com qualidade e vontade!

Vamos estudar, fazer pesquisa!

Não durmamos entregues à preguiça.
Dominus tecum.

terça-feira, 21 de julho de 2009

CAMBADA


O motivo de eu ter escolhido o doujin Cambada foi pela figura da garotinha em estilo lolicon da Clarissa França. A capa não é colorida, mas é chamativa, simples e objetiva. Não sou um imbecil que só compra um doujinshi pela capa colorida, pois a bela camuflagem pode esconder um pesadelo em forma de roteiro. Nem sempre o traço bonitinho garante um enredo de qualidade.

CAMBADA é uma HQ que eu possa considerar como regular. Por quê? Porque o que salva a edição são as garotas! Sim, as garotas!

Dos caras envolvidos no projeto, quem eu possa destacar como criativo e inteligente é o Gustavo Mozilla em sua “Cantigas de Ninar”, um verdadeiro curta metragem de arte e escárnio das lindas cantigas infantis que aprendemos na escola em nossa idade infante. Se eu explicar demais estrago tudo. Leia!

Os outros artistas, Alisson, Gregorio Romero seguiram pelo caminho do quanto mais ridículo melhor, pois não há nenhum esforço de apresentar nada criativo sendo fácil a composição de quadrinhos grotescos e sem conteúdo. Se era para fazer rir, informo-lhes que não alcançaram o objetivo. O que você vê e lê na arte e no enredo, qualquer moleque de 5ª série seria capaz de criar as mesmas coisas durante uma aula chata na última página do caderno num momento de tédio. Isso até soa ríspido, pois há meninos de quinta série com melhor conteúdo que o que encontrei em: “Cenas de violência gratuita” e “Mais um dia feliz na Praça da Bosta”.

Voltemos às meninas. Vou falar 1° da Naomi, porque a Clarissa foi a responssável por minha aquisição do doujin, logo, a mais especial.

Naomi usou o estilo debochado do traço, sem nenhum cuidado “aparente”, contudo, o cuidado estava lá: na sua proposta de criticar o minimalismo, porque na página 12 (vide ilustração) ela deixa claro sua crítica muito inteligente. Ela usou com muita criatividade o traço de troça e o enredo irônico num ambiente escolar perturbado. Eu li com uma facilidade a história dela! E se eu souber que tem outro doujin com uma história dela eu compro.

Agora a Clarissa... Em seu “Homem é Tudo Tonto!” eu já fui começar a ler com raiva por causa do título e curtindo o visualzinho kawaii da personagem feminina lolitinha (Qual o nome dela?!), veja a ilustração. Daí foi indo, foi indo, e eu fui vendo como essa garota é talentosa... Ela conduz o leitor divertidamente e sem ofender, mesmo criticando de maneira suave como uma mulher esperta conduz seu homem da maneira que quer sem esforço, fazendo-o pensar que é o condutor. A Clarissa França bem que poderia ter seu próprio doujinshi sem problemas, na minha opinião de doujinshiká, ela se sustenta sozinha.


A história “Burrocracia” é legal. A arte do Papito é boa, mas não chega a comover. Não sei se a proposta era o enfoque direto no rosto das personagens, mas isso cansa; mesmo sendo só seis páginas de história. Imagina se fosse uma saga, daí seria um esforço ler.

Embora tenha histórias que te afastam o doujinhi CAMBADA vale a pena ser comprado e lido graças ao trabalho artístico de Cássia Naomi, Gustavo Mozilla e da talentosa Clarissa França.


Dominus tecum.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

O FESTIVAL DE DANÇA E A GRIPE SUÍNA (ou H1N1)



Tudo o que se vê na TV é: proteja-se!



Não foi dito se os bailarinos foram examinados os que vêm de áreas de risco. Estive na Feira da Sapatilha e aquele aglomero, preocupados com o momento.


Alguns simpatizantes do festival dizem não ser bem assim, afinal é só se cuidar e contar com a sorte. Viver é questão de sorte mesmo, até abusando?! Talvez não aconteça nada, quiçá; mas se acontecer aí colocam alguém bom de retórica na TV e ele põe na cabeça que isso não é algo para se preocupar.


Bem humano isso


Isso me lembra os animes a qual eles sempre nos chamam a reflexão de humanos que não se cuidam e acham que assim é o melhor caminho. Vi isso em Ultra Seven X (tokusatsu) rescentemente, confira as duas imagens:





Dominus tecum.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Impotência da Ação


Eu ando com tantas idéias, mas não as coloco no papel por falta de motivação. Que desgraça é ser este ser de emoções e químicas que nos faz humano.

Estímulos e reações que nos limitam a criatividade e o querer. Bem diziam os gregos: “Mens sana in corpore sano” (Uma máxima de Juvenal, que, acreditava ele, ser o ideal humano). Não me basta um corpo são sem uma mente que o acompanha e vice-versa.

Que faço eu dessa minha moleza tão angustiante que me amordaça os movimentos do espírito? A resposta talvez seja: um grande amor findo traz essa mobilidade de sentidos.

Que eu me cure e os quadrinhos prossigam.

Dominus tecum.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

TEIMOSIA 24 HORAS POR DIA


Cá estou eu, novamente tentando pôr em atividade mais um BLOG em mais um servidor a qual eu acredito de boa fé. Ao menos o tenho visto como confiável em outros blogs como da minha conhecida Chissai.

QUERO continuar trabalhando em doujinshi e argumentando acerca de outros doujinshis, mas preciso, careço de um BLOG que não me amordace as palavras tão sofridas em tempo tão escasso que a vida atarefada nos propõe diáriamente.

Ao mesmo tempo estou feliz por poder publicar novamente em BLOG minhas humildes opiniões e imagens de tantos outros doujins que nascem e morrem pelas mãos de tantos artistas que se aventuram no mundo das HQs.

Dominus tecum!

UM BREVE HIATO NA PANDEMIA

 Eu não tenho ideia do alcance deste blog. Pode ser muito, pode ser pouco... Contudo, independente do alcance deste diário eletrônico ( qu...